sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Relatório narrativo

ATIVIDADE EXPERIMENTAL – ACIDEZ E BASICIDADE

Ao professor: Pedro Duarte

Na aula prática de laboratório, analisei o caráter ácido de algumas substâncias de uso cotidiano através da coloração assumida pelo indicador..
Antes de iniciar a análise, levantei a seguinte hipótese: todas as substâncias têm comportamento semelhante quando misturadas com um mesmo reagente, a fenolftaleína.
Em seguida reuni o material necessário e segui as instruções dadas no Procedimento sugerido na Atividade experimental – acidez e basicidade.
Ao analisar os dados obtidos, verifico que as substâncias ácidas, como o ácido clorídrico, permanecem incolores, enquanto as substâncias básicas, como o hidróxido de sódio, passam a ter uma coloração avermelhada.
Concluo, então, que o suco de limão e o vinagre têm comportamento de substância ácida e que o sabão e a solução de cal têm comportamento de substâncias básicas.

Rio de Janeiro, 15 de maio de 2009.

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(Rafael Ferreira de Souza – Turma 1205).

Anexos: tabela com os reagentes e procedimentos.

Relatório tópicos

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

ATENÇÃO 9º ANO - CAMÕES.

A IMAGEM PARA DESCRIÇÃO ESTÁ NA POSTAGEM DE MARÇO DE 2010. VÁ LÁ!
DESCRIÇÃO

Se eu fosse pintor...

Se eu fosse pintor começaria a delinear este primeiro plano de trepadeiras entrelaçadas, com pequenos jasmins e grandes campânulas roxas, por onde flutua uma borboleta cor de marfim, com um pouco de ouro nas pontas das asas.
Mas logo depois, entre o primeiro plano e a casa fechada, há pombos de cintilante alvura, e pássaros azuis tão rápidos e certeiros que seria impossível deixar de fixá-los, para dar alegria aos olhos dos que jamais os viram ou verão.
Mas o quintal da casa abandonada ostenta uma delicada mangueira, ainda com moles folhas cor de bronze sobre a cerrada fronde sombria, uma delicada mangueira repleta de pequenos frutos, de um verde tenro, que se destacam do verde-escuro como se estivessem ali apenas para tornar a árvore um ornamento vivo, entre os muros brancos, os pisos vermelhos, o jogo das escadas e dos telhados em redor.
E que faria eu, pintor, dos inúmeros pardais que pousam nesses muros e nesses telhados, e aí conversam, namoram-se, amam-se, e dizem adeus, cada um com seu destino, entre a floresta e os jardins, o vento e a névoa?
Mas por detrás estão as velhas casas, pequenas e tortas, pintadas de cores vivas, como desenhos infantis, com seus varais carregados de toalhas de mesa, saias floridas, panos vermelhos e amarelos, combinados harmoniosamente pela lavadeira que ali os colocou. Se eu fosse pintor, como poderia perder esse arranjo, tão simples e natural,e ao mesmo tempo de tão admirável efeito?
(...)
Se eu fosse pintor, gostaria de pintar esse último plano, esse último recesso da paisagem. Mas houve jamais algum pintor que pudesse fixar esse móvel oceano, inquieto, incerto, constantemente variável que é o pensamento humano?
(Cecília Meireles)