quinta-feira, 2 de julho de 2009

SIMULADÃO DE CONTEÚDO E O LIVRO TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA

1) Quando Pedro I lança aos ecos o seu grito
histórico e o país desperta esturvinhado à crise de uma mudança de dono, o caboclo ergue-se, espia e acocora-se, de novo. Pelo 13 de maio, mal esvoaça o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! o cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça, imagina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo.
A 15 de novembro troca-se um trono vitalício
pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança. O caboclo não dá pela coisa. Vem Floriano: estouram as granadas de Custódio; Gumercindo bate às portas de Roma; Incitatus derranca o país. O caboclo continua de cócoras, a modorrar...
Nada o desperta. Nenhuma ferretoada o põe
de pé. Social, como individualmente, em todos os
atos da vida, Jeca antes de agir, acocora-se.
Monteiro Lobato.

A crítica é unânime em classificar o escritor Monteiro Lobato ligado ao movimento:

( ) pré-modernismo
( ) dadaísmo
( ) surrealismo
( ) cubismo
( ) futurismo

2) Enumere a segunda coluna de acordo com a
primeira, relacionando as idéias, expressões, autores e obras do que se convencionou denominar Pré-Modernismo e geração de 22.

( 1 ) Pré – Modernismo ( 2 ) Geração de 22

( ) Manuel Bandeira
( ) Lima Barreto
( ) Oswald de Andrade
( ) “Os sertões”
( ) ruptura com a tradição
( ) irreverência
( ) fragmentação da narrativa
( ) ecletismo

3) Correlacione as colunas pelos conceitos ligados à Vanguarda Européia:

( 1 ) Cubismo ( 2 ) Dadaísmo
( 3 ) Surrealismo ( 4 ) Futurismo
( ) Imaginário extraído do sonho; experiências
criadoras automáticas; manifestação do mundo
interior.
( ) Exaltação da vida moderna, da máquina, da
eletricidade, do automóvel, da velocidade.
( ) O nome da escola não significa nada; total falta
de perspectiva; importante era criar palavras pela
sonoridade, quebrando as barreiras do
significado.
( ) Oposição à objetividade e à linearidade da arte renascentista, procurando decompor os objetos representados por diferentes planos
geométricos.

4) Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Essa poesia de Augusto dos Anjos apresenta como característica:

( ) Valorização do Nordeste
( ) Convivência de vários estilos literários
( ) Valorização do elemento indígena
( ) Utilização de palavras não-poéticas.


5)
Nova Poética
Vou lançar a teoria do poeta sórdido.
Poeta sórdido:
Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida.
Vai um sujeito,
Sai um sujeito de cara com a roupa de brim branco [muito bem engomada,
E na primeira esquina passa um caminhão,
Salpica-lhe o paletó de um nódoa de lama:
É a vida.
O poema deve ser como a nódoa de brim:
Fazer o leitor satisfeito de si dar o desespero (...)
M. Bandeira

Aponte uma característica modernista presente no poema?
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6. Associe as obras pré-modernistas (primeira coluna) aos respectivos fragmentos a elas pertencentes (segunda coluna).

(A) Triste Fim de Policarpo Quaresma (Lima Barreto)
(B) Os Sertões (Euclides da Cunha)
( ) “Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda história, resistiu até o esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores que todos morreram.”
( ) “Desde moço, aí pelos vinte anos, o amor da Pátria tomou-o todo inteiro. (...) estudou a Pátria, nas suas riquezas naturais, na sua história, na sua geografia, na sua literatura e na sua política.”
( ) Apresenta como líder religioso Antonio Maciel,
conhecido como Conselheiro.
( ) Envolve-se na Revolta da Armada, que ocorreu no Rio de Janeiro durante o governo de Marechal Floriano Peixoto.
( ) A obra narra os ideais e a frustração do funcionário público, que era metódico e nacionalista fanático.

TEXTO II

CANÇÃO DO EXÍLIO

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho – à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’ inda aviste as palmeiras
Onde canta o sabiá.

Dias, Antonio Gonçalves. Poesias completa e prosa escolhida. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1959, p. 103





TEXTO III

Errava quem quisesse encontrar nele qualquer
regionalismo; Quaresma era antes de tudo brasileiro.
Não tinha predileção por esta ou aquela parte de seu país, tanto assim que aquilo que o fazia vibrar de paixão não eram só os pampas do Sul com seu gado, não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara, não era a altura da Paulo Afonso, não era o estro de Gonçalves Dias ou ímpeto de Andrade Neves – era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira estrelada do Cruzeiro.
Logo aos dezoito anos quis fazer-se militar; mas a junta de saúde julgou-o incapaz. Desgostou-se, sofreu, mas não maldisse a Pátria. O ministério era liberal, ele se fez conservador e continuou mais do que nunca a amar a “terra que o viu nascer.” Imposibilitando de evoluir-se sob os dourados do Exército, procurou a administração e dos seus ramos escolheu o militar.
.........................................................................................
Durante os lazeres burocráticos, estudou, mas estudou a Pátria, nas suas riquezas naturais, na sua história, na sua geografia, na sua literatura e na sua política. Quaresma sabia as espécies de minerais, vegetais e animais, que o Brasil continha; sabia o valor do ouro, dos diamantes exportados por Minas, as guerras holandesas, as batalhas do Paraguai, as nascentes e o curso de todos os rios. Defendia com azedume e paixão a proeminência do Amazonas sobre todos os
demais rios do mundo. Para isso ia até ao crime de amputar alguns quilômetros ao Nilo e era com este rival do “seu” rio que ele mais implicava. Ai de quem o citasse na sua frente! Em geral, calmo e delicado, o major ficava agitado e malcriado, quando se discutia a extensão do Amazonas em face do Nilo.
BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. In: Três Romances. Rio de Janeiro: Garnier, 1990.

7) (UFF) A valorização do nacional, expressa no poema de Gonçalves Dias (texto II) e nas idéias de Quaresma (texto III), é uma característica presente nos seguintes períodos literários:

( ) Simbolismo e Modernismo
( ) Arcadismo e Romantismo
( ) Realismo e Simbolismo
( ) Romantismo e Modernismo
( ) Barroco e Arcadismo
8) (UFF) No final do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, o personagem Quaresma adota uma postura crítica em relação ao nacionalismo que ele adotara no texto III.
Assinale a alternativa em que esta postura crítica
aparece:

( ) “Nada de ambições políticas ou administrativas; o que Quaresma pensou, ou melhor: o que o patriotismo o fez pensar, foi um conhecimento inteiro do Brasil, (...) para depois então apontar os remédios, as medidas progressivas, com pleno conhecimento de causa.”

( ) “E o que não deixara de ver, de gozar, fruir, na sua vida? Tudo. Não brincara, não pandegara, não amara – todo esse lado da existência que parece fugir um pouco à sua tristeza necessária, ele não vira, ele não provara, ele não experimentara.”
( ) “É preconceito supor-se que todo esse lado da
existência que parece fugir um pouco à sua tristeza necessária, ele não vira, ele não provara, ele não experimentara.”
( ) “A pátria que quisera ter era um mito; era um
fantasma criado por ele no silêncio de seu gabinete. Nem a física, nem a moral, nem a intelectual, nem a política que julgava existir, havia.”
( ) “Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro.”

9) (PUC) Da personagem que dá título ao romance Triste Fim de Policarpo Quaresma, podemos afirmar que:

( ) foi um nacionalista extremado, mas nunca estudou com afinco as coisas brasileiras.
( ) perpetuou seu suicídio, porque se sentia
decepcionado com a realidade brasileira.
( ) defendeu os valores nacionais, brigou por eles a vida toda e foi condenado à morte injustamente por valores que defendia.
( ) foi considerado traidor da pátria, porque participou da conspiração contra Floriano Peixoto.
( ) era um louco e, por isso, não foi levado a sério
pelas pessoas que o cercavam.

TEXTO IV

“ – Mas é erro...Não protegem as indústrias
nacionais...Comigo não há disso: de tudo que há
nacional, eu nã uso estrangeiro. Visto-me com um pano nacional, calço botas nacionais e assim por diante.”
“Senhor doutor, o Brasil é o país mais fértil do
mundo, e é mais bem dotado e as suas terras não precisam ‘empréstimos’ para dar sustento ao
homem. Fique certo”.
“Desde dezoito anos que o tal patriotismo
absorvia e por ele fizera a tolice de estudar
inutilidades. Que lhe importavam os rios? Eram
grandes? Pois que fossem... Em que lhe contribuiria para a felicidade saber o nome dos heróis do Brasil? Em nada...O importante é que ele tivesse sido feliz. Foi? Não. Lembrou-se das suas coisas de tupi, do folclore, das suas tentativas agrícolas... Reserva disso tudo em sua alma sua satisfação? Nenhuma! Nenhuma!”

(BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma)

10. Os excertos acima (Texto IV) estão relacionados com o tema central da obra. Explique-os.
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11) Preencha os parênteses com V ou F, conforme características referentes ao modernismo.

( ) O Modernismo não tem atrás de si situações
sócio-culturais, é mero movimento artístico.
( ) As vanguardas européias não influíram no
Modernismo brasileiro.
( ) São características modernas: utilização do
verso livre, irreverência, humor, paródia, livre
associação de idéias.
( ) A Semana de Arte Moderna foi ponto de
encontro de várias tendências modernas
existentes em São Paulo.
( ) Após a Semana de Arte Moderna, que deve
como objetivo sintonizar o Brasil com a arte
moderna, houve a criação dos manifestos:
Pau-Brasil; Verde-Amarelo e Antropofagia.

TEXTO V

Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.
(Oswald de Andrade)

12) Destaque duas caraterísticas modernistas presentes no texto acima V.
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13) Em relação ao Modernismo, podemos afirmar que em sua primeira fase NÃO há:
( ) maior aproximação entre a língua falada e a
escrita, valorizando-se literalmente o nível
coloquial.
( ) pouca atenção ao valor estético da linguagem,
privilegiando o desenvolvimento da pesquisa
formal.
( ) temas extraídos do cotidiano..
( ) busca de uma língua brasileira
( ) aproximação entre a prosa e a poesia.






As questões a seguir referem-se ao livro
paradidático Triste fim de Policarpo Quaresma.

1) Observe o trecho:
Como de hábito, Policarpo Quaresma, mais
conhecido por major Quaresma, bateu em casa às quatro e quinze da tarde. Havia mais de vinte anos que isso acontecia. Saindo do Arsenal de Guerra, onde era subsecretário, bongava pelas confeitarias algumas frutas, comprava um queijo, às vezes, e sempre o pão da padaria francesa.

O trecho acima faz parte do 1º capítulo do livro.
Pergunta-se: Em que local se passa a ação do
romance?
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2) Identifique os personagens por suas ações, fatos ou descrições.

( a ) Anastácio
( b ) Albernaz
( c ) Ricardo Coração dos Outros
( d ) Adelaide
( e ) Quaresma



( ) Vestia-se sempre de fraque, preto, azul, ou de
cinza, do pano listrado, mas sempre de fraque, e
era raro que não se cobrisse com uma cartola de
abas curtas e muito alta, feita segundo um
figurino antigo de que ele sabia com precisão a
época.
( ) Preto, escravo, amigo, fiel, paciente, falava com voz mole de africano.
( ) Cantor e compositor de modinhas. Saiu do
subúrbio, foi para o centro e daí para as casas
da família.
( ) Irmã de Policarpo, sempre preocupada com ele, não compreendia por que o irmão não era como os outros homens.
( ) Não viu uma única batalha, não tivera um
comando, nada fizera que tivesse relação com
sua profissão.

3) Marque a alternativa que melhor resume o livro.

( ) Retrato da vida e morte de um humilde
burocrata, conformado, a contragosto, com a
realidade social do seu tempo.
( ) Livro de memórias em que o personagem-título, através de um artifício narrativo, conta as
atribulações de sua vida até na hora da morte.
( ) História de um fanático nacionalista que busca
resolver sozinho os males sociais de seu tempo.
( ) Relato das aventuras de um nacionalista ingênuo e fanático que lidera um grupo do oposição no início dos tempos republicanos.

4) Observe os fragmentos.

A modinha é a mais genuína expressão da poesia nacional e o violão é o instrumento que ela pede.
Na ficção, havia unicamente autores nacionais ou tidos como tais:
A razão tinha que ser encontrada numa disposição particular de seu espírito, no forte sentimento que guiava sua vida.

Pelos trechos apresentados, identifique o “forte
sentimento que guiava” a vida de Policarpo Quaresma.
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5) Coloque ( F ) para falso ou ( V ) para verdadeiro.

A sentença do arquivista foi vencedora nas
discussões dos corredores e a suspeita de que
Quaresma estivesse doido foi tomando foros de
certeza. Quaresma foi considerado louco e internado num hospício por algumas razões. Entre elas:

( ) Pregava o fim das fronteiras do território
nacional, favorecendo a formação de grandes
blocos continentais.
( ) Era contra a guerra e propunha o fim das
forças armadas.
( ) Solicitou que se decretasse o tupi-guarani
como língua oficial do povo brasileiro,
enviando uma petição ao Congresso Nacional.
( ) Por distração, redigiu a minuta de um ofício em tupi-guarani, que foi parar no Ministério da
Guerra.

6) O título da obra de Lima Barreto, TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA, antecipa ao leitor sobre o protagonista:

( ) a indiferença com que passou a lidar com a
pátria.
( ) o fim de vida em um hospício no qual o
enclausuraram.
( ) a sua morte terrível motivada pela loucura.
( ) o seu final dramático determinado pela sua
trajetória de vida.

7) Considere as seguintes afirmações sobre O
Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.

I. Na primeira parte, o autor apresenta um
funcionário público exemplar, um patriota e um
nacionalista obcecado.
II. Na segunda parte, Policarpo está no campo,
dedicando-se à lavoura nas terras férteis do
país, mas as saúvas põem fim ao seu projeto.
III. Na terceira parte, em que prevalece a sátira
política, Policarpo rebela-se contra a República e
o militarismo, acabando preso e condenado à
morte.

Quais estão corretas?

( ) Apenas I.
( ) Apenas II.
( ) Apenas I e III.
( ) I, II e III.

8) Responda às questões:

a) Saindo do hospício, onde foi viver Policarpo?
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b) O que levou Policarpo a solidarizar-se com Floriano Peixoto por ocasião da Revolta da Armada?
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c) Por que Policarpo Quaresma foi condenado no
final?
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TEXTO
“Policarpo Quaresma, cidadão brasileiro, funcionário público, certo de que a língua portuguesa é emprestada ao Brasil; certo também, de que, por esse fato, o falar e o escrever em geral, sobretudo no campo
das letras, se vêem na humilhante contingência de sofrer continuamente censuras ásperas dos
proprietários da língua; sabendo, além, que, dentro do nosso país, os autores e os escritores, com especialidades os gramáticos, não se entendem no tocante à correção gramatical, vendo-se diariamente, surgir azedas polêmicas entre os mais profundos estudiosos do nosso idioma – usando do direito que lhe confere a Constituição, vem pedir que o Congresso
Nacional decrete o tupi-guarani, como língua oficial e nacional do povo brasileiro.”

(BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma)

9. Que considerandos Policarpo Quaresma utiliza para justificar o uso do tupi-guarani como língua padrão do brasileiro?
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10. (FUVEST) No romance Triste Fim de Policarpo Quarema, o nacionalismo exaltado e delirante da personagem principal motiva seu engajamento em três diferentes projetos que obtivam “reformar” o país. Esses projetos visam, sucessivamente, aos seguintes setores da vida nacional:

( ) escolar, agrícola e militar.
( ) lingüístico, industrial e militar.
( ) cultural, agrícola e político.
( ) lingüístico, político e militar.
( ) cultura, industrial e político.


GABARITO

1) pré-modernismo
2) ( 2 ) ( 1 ) ( 2 ) ( 1 ) ( 2 ) ( 2 ) ( 2 ) ( 1 )
3) ( 3 ) ( 4 ) ( 2 ) ( 1 )
4) Utilização de palavras não-poéticas.
5) Presença de elementos prosaicos / liberdade
formal e de tema / aproximação da linguagem
falada à literária...
6) B A B A A
7) Romantismo e Modernismo
8) “A pátria que quisera ter era um mito; era um
fantasma criado por ele no silêncio de seu gabinete.
Nem a física, nem a moral, nem a intelectual, nem política que julgava existir, havia.”
9) Defendeu os valores nacionais, brigou por eles a vida toda e foi condenado à morte injustamente por valores que defendia.
10) Os textos remetem-nos ao nacionalismo ufanista e xenófobo de P. Quaresma, fonte de sua desgraça e tragédia.
É uma sátira ao nacionalismo ingênuo de ontem e de hoje. A todos aqueles que acreditam que “Deus é brasileiro”, num Brasil potência, escondendo assim, as nossas misérias, subdesenvolvimento e a necessidade
de uma transformação profunda e coletiva.
11) F F V V V
12) Metalinguagem, versos livres, humor, uso da
linguagem coloquial.
13) Pouca atenção ao valor estético da linguagem,
privilegiando o desenvolvimento da pesquisa formal.

2ª parte: Triste Fim de Policarpo Quaresma
1) Rio de Janeiro
2) ( e ) ( a ) ( c ) ( d ) ( b )
3) História de um fanático nacionalista que busca
resolve sozinho os males sociais de seu tempo.
4) O nacionalismo
5) ( F ) ( F ) ( V ) ( V )
6) o seu final dramático determinado pela sua
trajetória de vida.
7) I, II e III
8) a) No sítio sossego.
b) Policarpo viu na figura de Floriano um homem
capaz de reorganizar a estrutura do país.
c) Porque ousou protestar contra a matança de
prisioneiros.
9) Seus considerandos são: A língua portuguesa é emprestada ao Brasil; Por isso recebemos censuras do proprietário europeu; Além do mais, provoca controvérsias entre os nossos gramáticos.
10) Cultural, agrícola e político.